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Parque Várzeas do Tietê em Mogi: cidade já tem contrapartida necessária

Publicado em 20/04/2018 por Juliano Abe

 

No cronograma de implantação do Parque Várzeas do Tietê (PVT), Mogi das Cruzes está contemplada na fase 3 do processo, ou seja, num horizonte ainda muito distante, haja visto que a fase 1 ainda está em andamento e, após isso, a fase 2 ainda consumirá mais alguns anos. No entanto, uma luta que iniciamos é para que a fase 3 seja implementada antes da fase 2, e mesmo sem a conclusão da fase 1.

Inverter a ordem parece complicado, mas se trata de um processo extremamente fácil. É possível iniciar a terceira etapa dos trabalhos em Mogi principalmente pelo fato de que a cidade já conta com parte das estruturas concebidas, como por exemplo os Parques Leon Feffer, Centenário e Ilha Marabá. Essa demanda, inclusive, já foi pauta de minha reunião com a coordenação do PVT, junto ao Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE).

E mais: em caso de financiamento pelo BID, por exemplo, o município pode apresentar os parques municipais como forma de contrapartida. Assim, os Parques Centenário e Leon Feffer e a Ilha Marabá podem contar como contrapartida municipal.

Felizmente, outras vozes têm se somado a essa causa. Esta defesa também foi motivo de estudo por parte dos alunos da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), que apresentaram um projeto na mesma linha defendida.

Durante a apresentação “Pensar a Cidade”, os estudantes do curso de Arquitetura e Urbanismo ressaltaram a necessidade de o PVT estar mais próximo das nascentes e não beirando a Marginal ou a Rodovia Ayrton Senna, onde o rio já está poluído e sem identidade urbanística. Aqui em Mogi, o Parque poderia ser apropriado e apoderado pelo cidadão, trazendo, com isso, mais sensibilização e educação ambiental por parte da sociedade.

Vamos dedicar os olhos para o Rio e não virarmos as costas.

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