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A Empresa Única

Publicado em 06/09/2018 por Felipe Rocanelli .´.

Você já parou para perguntar se sua empresa é única? Se ainda não, questione-se. Se sim, reveja um pouco desse conceito que iremos explanar abaixo.

Afinal, o que é ser uma empresa única? Esse conceito vai muito mais além de ser uma empresa solitária e sem concorrência em seu mercado e trata mais de uma empresa conceitual e estratégica do que questões mercadológicas.

 A primeira luz que devemos ter em mente é que para tornar nossa empresa em algo especial, temos que parar de ser bom nos que fazemos. Isso mesmo, devemos parar de ser bons e migrarmos para a excelência. Ser bom no que faz é praticamente uma obrigação de um empreendimento e, por consequência, o mais do mesmo.

Você já parou para pensar o porquê de algumas empresas se destacarem mesmo em cenários de crises e recessões? E pior ainda: elas ainda são do mesmo segmento que de seu estabelecimento. E nem sempre é preço. Na verdade, nunca é.

A empresa deve ser única ao olhar de seu cliente e aos seus colaboradores. O cliente deve sempre pensar em você como a primeira alternativa dele em uma eventual necessidade ou desejo e seus colaboradores devem ter paixão pelo que fazem. E são nesses dois pilares que a maioria das empresas pecam por uma mesma razão: não conhecer de fato as pessoas que fazem parte desses dois grupos. Mas hoje abordaremos apenas o primeiro e mais importante: o cliente.

Pare e pense: você realmente conhece seu cliente? Certamente você dirá que sim. E concordarei. Todavia, estamos mirando a excelência e saindo desse mundo do bom. O seu cliente é muito mais do que um número, telefone, cidade e entre outros dados cadastrais. Por trás desses dados existe uma pessoa com valores morais e de necessidades – e principalmente desejos. Conhecê-lo é um desafio que, no futuro, traz frutos excepcionais. Apenas uma dica: nem tudo pode ser medido, mas pode ser qualificado.

Subdivida seus clientes por necessidade e desejos e não por segmento. Dividir clientes em dados estatísticos comuns como idade, sexo, classe social e dentre várias outras é simplesmente impessoalizar o seu cliente. Ora, tratando seu cliente de forma superficial como queres que o mesmo enxergue sua empresa como única? É a lei da reciprocidade: olhe seu cliente como único para ele lhe retornar esse mesmo olhar. Esse é o primeiro passo para objetivar uma empresa plena.

Quando seu cliente vislumbrar sua empresa com olhos de admiração, o valor agregado em seus produtos e serviços poderá ser acrescido e com isso o aumento da lucratividade, palavra que todo empresário gosta de ouvir.

O cenário macroeconômico não é favorável, mas isso não é desculpa para não agir – e já falamos disso em momento anterior. Um cenário como esse faz sempre direcionarmos o foco ao Caixa. E esse é um grande erro, você precisa encantar seu cliente!

Imagine a sua empresa como uma peça de teatro: você deve estar preocupado em fazer um bom espetáculo e não com a bilheteria. Somente assim você será aplaudido de pé e o sucesso da sua bilheteria será apenas uma consequência – e nunca o contrário. Por isso, não espere sua bilheteria melhorar para começar a fazer um bom espetáculo. Preocupe-se em ser aplaudido de pé por sua plateia.

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