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VIVER EM HARMONIA ENTRE AS GERAÇÕES!

Publicado em 27/03/2017 por Bianca Colepicolo

“ Gargalhadas, correria, pula-pula, choradeira. Tudo isso é bastante comum em condomínios onde vivem crianças. Elas querem brincar em qualquer lugar e a qualquer hora e, geralmente, isso acaba gerando conflitos com outros moradores, principalmente, aqueles que não têm filhos. Mas, por que não utilizar isso em favor da cidadania? ”

 

Não é fácil impor às crianças as regras de boa convivência. Mas há maneiras simples e inteligentes de negociar com a criançada e colocar ordem no espaço.

Em diversos prédios preveem espaços exclusivos para as crianças se reunirem e brincarem, o que as mantêm ocupadas e longe de confusões. Em dias frios e chuvosos, não podendo se reunir na área da piscina e procuram o salão de festas para bater papo e brincar. Uma ideia simples e bastante eficaz é ter um lugar de ponto de encontro da garotada, onde estejam exibidas de forma clara os acordos pré estabelecidos da brincadeira.

Fazer a criançada participar das decisões do condomínio e acabar de vez com a imagem de que o síndico é “chato” pode acontecer convocando a garotada para participar da assembleia geral.  Assim as crianças entendem qual a importância da participação dos moradores no dia a dia do condomínio e que nada é decisão do síndico. Se o pai dele não desce para a reunião, está delegando a outras pessoas decidir, por exemplo, sobre o funcionamento da quadra, sala de jogos e play ground.

A diversidade nas idades só traz ganhos na hora de harmonizar as relações, basta haver acordos claros e bem definidos de convivência. Por exemplo, a troca entre idosos e crianças é riquíssima e ajuda as duas partes a encontrar alegria e equilíbrio. As vezes só falta a oportunidade do encontro entre as gerações. Organizar um evento, para começar é uma boa pedida e a inciativa pode surgir de qualquer pessoa.

Outra solução para contornar a inquietude das crianças é a realização da eleição do síndico mirim. Pode convidar os condôminos com idade entre 7 e 12 anos para participar.  Com isto, os jovens se reúnem, discutem suas ideias, apresentam suas reivindicações e se policiam uns aos outros, tornando a convivência mais harmoniosa”. Esse exercício, além de ser uma solução prática, educa. Forma cidadãos conscientes de direitos e deveres.

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